sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Literatura infantil


Biblioteca Básica

Literaturas que valorizam a diversidade étnica e cultural afro-brasileira e africana são uma ótima alternativa para abordar os conteúdos exigidos pela lei 10.639, que obriga o ensino da “História e Cultura afro-brasileira e africana” nas escolas de Ensino Fundamental e Médio das redes pública e privada de todo Brasil.  Veja 12 dicas de livros recomendados para pais, filhos e professores sobre o tema. Confira também o índice de autores negros do Literafro, portal de estudos de literatura afro-brasileira da Universidade Federal de Minas Gerais.
1 – Menina Bonita do Laço de Fita
Autor: Ana Maria Machado
A autora coloca em cena, através da história de um coelho branco que se apaixona por uma menina negra, alguns assuntos muito debatidos nos dias de hoje, como a auto-estima das crianças negras e a igualdade racial.
2 – Luana, A Menina Que Viu O Brasil Neném
Autores: Oswaldo Faustino, Arthur Garcia e Aroldo Macedo
O livro conta a história de Luana, uma menina de 8 anos que adora lutar capoeira, e a historia do descobrimento do Brasil. Ao lado de seu berimbau mágico, ela leva o leitor a outras épocas e lugares e mostra o quão rica é a cultura brasileira, além da importância das diferentes etnias existentes por aqui.
3 – O Menino Marrom
Autor: Ziraldo
O Menino Marrom conta a historia da amizade entre dois meninos, um negro e um branco. Através da convivência aventureira dessas crianças ao longo de suas vidas, o autor pontua as diferenças humanas, realçando os preconceitos em alguns momentos.
4 – Lendas da África
Autor: Júlio Emílio Brás
O livro mostra fábulas tipicamente africanas para leitores de todo mundo. Nas histórias, o autor mostra um pouco do folclore africano, além de passar valores do “tempo em que os animais ainda falavam” para as crianças.
5 – Terra Sonâmbula
Autor: Mia Couto
Primeiro livro do autor africano, Terra Sonâmbula foi considerado um dos doze melhores romances do continente no século 20.  Numa estória emocionante sobre o encontro de um menino sem memória e um velhinho meio perdido pelo mundo, Mia Couto mistura símbolos tradicionais da cultura e da história moçambicana.
6 – Meu avô um escriba
Autor: Oscar Guille
A história se passa na África, mais precisamente no Egito. O pequeno Tatu é neto de um escriba. A convivência com o avô permitirá ao menino aprender cálculos, a ter contato com tradições mais antigas de seu país e a se preparar para também ser um escriba um dia.
7 – O Cabelo de Lelê
Autor: Valéria Belém
Lelê é uma linda menininha negra, que não gosta do seu cabelo cheio de cachinhos. Um dia, através de um fantástico livro, começa a entender melhor a origem de seu cabelo e, assim, passa a valorizar o seu tipo de beleza.
8 – A varanda Do Frangipani
Autor: Mia Couto
O romance policial moçambicano é marcado por palavras criadas pelo próprio autor, nascido no país onde se passa a trama. A história conta sobre o violento colonialismo em Moçambique e a superação do país a partir dessa cicatriz histórica.
9 – Bia na África
Autor: Ricardo Dregher
O livro é parte da coleção “Viagens de Bia”.  Nessa estória, Bia viaja por diferentes países da África, como Egito, Quênia e Angola.  Na aventura, a garotinha conhece, entre outras curiosidades, a história do povo árabe e dos nossos antepassados negros, que vieram como escravos da África para o Brasil há muitos anos.
10 – Avódesanove e o segredo do soviético
Autor: Ondjaki
Em Luanda, capital da Angola, África, as obras de um mausoléu realizadas por soldados soviéticos ameaçam desalojar morados da PraiaDoBispo, bairro da região.  As crianças do bairro percebem as mudanças com olhares desconfiados. Talvez elas sejam as primeiras a perceber que a presença dos soldados soviéticos significa mais do que uma simples reforma espacial.
11 – Tudo Bem Ser Diferente
Autor: Todd Parr
A obra ensina as crianças a cultivar a paz e os bons sentimentos. O autor lida com as diferenças entre as pessoas de uma maneira divertida e simples, abordando assuntos que deixam os adultos sem resposta, como adoção, separação de pais, deficiências físicas e preconceitos raciais.
12 – Diversidade
Autor: Tatiana Belinky
O livro mostra, através de versos, porque é importante sermos todos diferentes. A autora fala que não basta reconhecer que as pessoas não são iguais, é preciso saber respeitar as diferenças.




Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/blog/biblioteca-basica/2011/03/15/12-dicas-de-literatura-afro-brasileira-e-africana/
Achei essa matéria interessante. São músicas africanas.



G1 lista 15 discos para conhecer a música africana

Seleção traz nomes como Fela Kuti, Miriam Makeba e Cesária Évora.
Ouça faixas dos artistas selecionados e confira o mapa da música africana.

Amauri Stamboroski Jr. e Henrique Porto Do G1, em São Paulo e no Rio


Boa parte da música popular do ocidente tem alguma forma de influência direta ou indireta da África. O violento tráfico de escravos para as Américas levou também ritmos tradicionais que deram vida a estilos variados, do blues ao samba, passando pelo jazz, salsa, rumba e dezenas de outros gêneros.
Apesar disso, poucas pessoas fora do continente africano sabem o que é um likembé, uma morna ou um highlife. Aproveitando o clima da Copa do Mundo, disputada pela primeira vez na região, o G1 listou 15 álbuns para conhecer a música africana. Do mais tradicional ao mais moderno, a lista é um passeio por gêneros como o afrobeat e o kuduro, e destaca nomes importantes para a música do continente, como Fela Kuti, Ali Farka Touré e Miriam Makeba.
A lista foi elaborada a partir do livro “The Rough Guide to World Music – Africa”, um dos melhores volumes sobre música africana disponíveis. Com o espaço limitado para falar da música de um continente com 1 bilhão de habitantes e 54 países, artistas e gêneros importantes ficaram de fora – da Orchestra Baobab à Angelique Kudjo, do raï ao soukous.
Confira abaixo a lista completa
Miriam Makeba - Miriam Makeba - 'Pata pata' (Foto: Divulgação)
Miriam Makeba – “Pata pata”
Apelidada de Mama África, a cantora sul-africana Zenzile Miriam Makeba tornou mundialmente conhecida a música do país depois do hit “Pata pata” — também registrada por Daúde e Carlinhos Brown em 1997.
Gravada originalmente em 1956, a música só estourou mesmo em 1967, quando uma compilação homônima foi lançada. O álbum tem um pouco de todos os estilos que consagrariam a cantora como uma das mais importantes do continente. Há faixas em inglês (como a balada “What is love” e “West wind”, que remete ao estilo de Nina Simone), em português (“Adeus, Maria Fulô”, parceria de Sivuca e Humberto Teixeira) e nos idiomas locais (caso de "Jol’inkomo" e da própria “Pata pata”).
Assim como Fela Kuti, Makeba foi uma intensa ativista política, o que lhe custou um exílio de 30 anos. A cantora era dada como atração certa na abertura da Copa do Mundo da África do Sul, mas faleceu em novembro de 2008, aos 76 anos.
Para conferir o restante, dê uma olhadinha no site:

Coleção História Geral da África em português (Somente em PDF)

Publicada em oito volumes, a coleção História Geral da África está agora também disponível em português. A edição completa da coleção já foi publicada em árabe, inglês e francês; e sua versão condensada está editada em inglês, francês e em várias outras línguas, incluindo hausa, peul e swahili. Um dos projetos editoriais mais importantes da UNESCO nos últimos trinta anos, a coleção História Geral da África é um grande marco no processo de reconhecimento do patrimônio cultural da África, pois ela permite compreender o desenvolvimento histórico dos povos africanos e sua relação com outras civilizações a partir de uma visão panorâmica, diacrônica e objetiva, obtida de dentro do continente. A coleção foi produzida por mais de 350 especialistas das mais variadas áreas do conhecimento, sob a direção de um Comitê Científico Internacional formado por 39 intelectuais, dos quais dois terços eram africanos.

Brasília: UNESCO, Secad/MEC, UFSCar, 2010.
Download gratuito (somente na versão em português):

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

SOBRE A LEI 10.639



http://www.youtube.com/watch?v=nWib9im2MbE&feature=youtu.be

Muitos não sabem, mas existe a Lei 10.639 que foi promulgada em 9 de janeiro de 2003 instituindo a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Africana e Afro-Brasileira no Ensino Básico.
Muitos professores acusam não saber trabalhar a temática, não terem material ou não se sentirem preparados para trabalhar a temática.
Existem cursos específicos, inclusive gratuitos e ofertados através de iniciativa do governo para que o professor possa ampliar seus conhecimentos acerca do tema e poder trabalha-lo com mais segurança.
Aqui vão algumas dicas de materiais a serem utilizados em sala de aula. É apenas uma ajudinha para que o professor solte sua imaginação e criatividade no processo de implementação dessa lei, que é resultado das lutas de muitos que sonharam e sonham com um país mais justo e equânime.

ORIENTAÇÕES E AÇÕES PARA A EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS
 
a) A questão racial como conteúdo multidisciplinar durante o ano letivo
É fundamental fazer com que o assunto não seja reduzido a estudos esporádicos ou unidades didáticas isoladas. Quando se dedica, apenas, tempo específico para tratar a questão ou direcioná-la para uma disciplina, corre-se o risco de considerá-la uma questão exótica a ser estudada, sem relação com a realidade vivida. A questão racial pode ser um tema tratado em todas as propostas de trabalho, projetos e unidades de estudo ao longo do ano letivo.
b) Reconhecer e valorizar as contribuições do povo negro
Ao estudar a cultura afro-brasileira, atentar para visualizá-la com consciência e dignidade. Recomenda-se enfatizar suas contribuições sociais, econômicas, culturais, políticas, intelectuais, experiências, estratégias e valores.
Banalizar a cultura negra, estudando tão somente aspectos relativos a seus costumes, alimentação, vestimenta ou rituais festivos sem contextualizá-la, é um procedimento a ser evitado.
c) Abordar as situações de diversidade étnico-racial e a vida cotidiana nas salas de aula
Tratar as questões raciais no ambiente escolar de forma simplificada em algumas áreas, ou em uma disciplina, etapa determinada ou dia escolhido, não é a melhor estratégia para levar os alunos e alunas aos posicionamentos de ação reflexiva e crítica da realidade em que estão inseridos. Na contextualização das situações, eles aprenderão conceitos, analisarão fatos e poderão se capacitar para intervir na sua realidade para transformá-la:
Os objetos de conhecimento histórico se deslocaram dos grandes fatos nacionais e mundiais para a investigação das relações cotidianas, dos grupos excluídos e dos sujeitos sociais construtores da história (SEE/MG, 2005a).
 
p.72
 
d) Combater as posturas etnocêntricas para a desconstrução de estereótipos e preconceitos atribuídos ao grupo negro
 
Atividades para o Ensino Fundamental
 
1.3 Abordagem das situações de diversidade racial e da vida cotidiana na sala de aula
.Usar charges para analisar criticamente fatos de discriminações e racismos, com os quais os(as) alunos(as) poderão fazer analogia com a sua realidade
.Promover reflexões sobre a imagem da população negra representada nas novelas das redes de televisão; incentivar debates acerca da legislação atual sobre racismo e ações afirmativas da atualidade; usar como estratégia de debates o júri simulado a partir de esquetes, expressando situações de racismo, representadas pelos(as) alunos(as).
.Fomentar a formação de grupos de teatro com a proposta de interpretar/encenar textos que reflitam a questão racial, seguidos de discussão sobre o assunto retratado.
 
2. INDICAÇÃO DE VÍDEOS, FILMES, MÚSICA, JOGOS, OBRAS
DE ARTE E HISTÓRIA
 
2.1 Vídeos, filmes
Poderão ser usados de variadas formas: ilustrando um tema que está sendo estudado; para despertar emoção e/ou sensibilizar, criando motivação para algum assunto; abrindo possibilidades de novas interpretações sobre um mesmo tema e analisando situações. Inúmeras possibilidades de trabalho poderão ser criadas por professores/as e alunos(as), segundo seus interesses e contextos.
 
Cobaias. 1997. 118 min. Alfre Woodard (Teorias científicas de superioridade racial)
Kiriku. 1998. 71 min. Michel Ocelot (Visão de uma aldeia africana – Inspirado em contos africanos)
Narciso, Rap. 2003. 15 min. Jéferson De (São Paulo - Conta a história de dois meninos que encontraram uma lâmpada mágica: o menino negro quer ser branco e rico ,e o menino branco quer cantar rap como os negros).
O Contador de Histórias, 2000. 50 min. Roberto Carlos. Ed. Leitura (Sugerimos para trabalho “A oportunidade”).
Sonho americano. 1996. 118 min. David Knoller (Várias histórias – Sugerimos para trabalhar com os alunos do Fundamental a história do menino que desenhou o Cristo negro).
Tudo aos Domingos. 1998. 05 min. George Tillman (Tradições a Africanas na vida das pessoas).
Um grito de liberdade. 1987. 157 min. Richard Attenborough (Visão do Apartheid na África do Sul. Luta contra o racismo).
Uma Onda no ar. 2002. 92 min. Helvécio Ratton (Conta a história de Jorge, o idealizador de uma rádio na favela, e a luta, resistência cultural e política contra o racismo e a exclusão social em que a população da favela encontra uma importante arma: a comunicação.
Vista minha pele. 2003. 50 min. Joelzito Araújo. Ceert (Discriminação racial na vida cotidiana de adolescentes).
Onde encontrar os vídeos: Funarte/Decine - http://www.decine.gov.br; Instituto Itaú Cultural – http://www.itaucultural.org.br; Riofilme – http://www.rio.rj.gov.br/; TV Cultura – Vídeo Cultura
- http://www.videocultura.com.
 
 
 
 


2.2 Músicas
Canta BRASIL - Alcyr Pires Vermelho
Canto das três raças – Clara Nunes
Dia de graça – Candeia
Haiti - Caetano Veloso e Gilberto Gil
Kizomba, Festa da Raça - Luiz Carlos da Vila
Lavagem Cerebral – Gabriel, o Pensador
Mão de Limpeza - Gilberto Gil           
Milagres do Povo – Caetano Veloso e Gilberto Gil
Pelo Telefone - Ernesto dos Santos (Donga)
Retrato em Claro e Escuro - Racionais – MC’s
Sorriso Negro – Dona Ivone Lara
 
2.3 Poemas
Ashell, Ashell, pra todo mundo, Ashell - Elisa Lucinda.
Identidade - Pedro Bandeira
Mahin Amanhã - Miriam Alves. Cadernos Negros, Melhores Poemas,1998.
Quem sou eu? - Luiz Gama
Salve Mulher Negra, Oliveira Silveira. Cadernos Negros Vol. 03. Org. Quilombhoje,
São Paulo: Editora dos Autores, 1980.
Serra da Barriga - Jorge de Lima
Tem gente com fome – Solano Trindade
 
2.4. Literatura Infanto-Juvenil - Fundamental I e II
 
AIBÊ, Bernardo. A ovelha negra. São Paulo: Mercuryo, 2003.
ALMEIDA, Gercilga de. Bruna e a galinha d’Angola. Rio de Janeiro: Editora didática e Científica e PALLAS Editora, 2000.
ARAÚJO, Leosino Miranda. Olhos Cor da Noite. Belo Horizonte: Oficina do Pensamento, 2004
BAGNO, Marcos. Um céu azul para Clementina.Rio de Janeiro: LÊ, 1991.
BARBOSA, Rogério Andrade. Contos Africanos para crianças brasileiras. São Paulo: Paulinas, 2004.
_________. Como as histórias se espalharam pelo mundo. São Paulo: DCL, 2002.
_________. Histórias africanas para contar e recontar. São Paulo: Editora do Brasil, 2001.
_________. O filho do vento. São Paulo: DCL, 2001.
_________. Duula: a mulher canibal - um conto africano. São Paulo: DCL, 1999.
_________. Bichos da África. São Paulo: Melhoramentos, 1987.
BORGES, Geruza Helena & MARQUES, Francisco. Criação. Belo Horizonte-Terra
Editoria 1999.
BOULOS JUNIOR, Alfredo. 13 de maio, abolição: por que comemorar? São Paulo:
FTD, 1996.
BRAZ, Júlio Emílio. Pretinha, eu? São Paulo: Ática.
CASTANHA, Marilda. Agbalá: um lugar continente. Belo Horizonte: Formato,
2001.
COELHO, Raquel. Berimbau. São Paulo: Ática, 2001.
COOKE, Trish. Tanto tanto. São Paulo: Ática, 1994.
CRUZ, Nelson. Chica e João. Belo Horizonte: Formato, 2000.
DIOUF, Sylviane. As tranças de Bintou. São Paulo: Cosac & Naif, 2004.
EISNER, Will. Sundiata: uma lenda africana - o Leão de Mali. São Paulo: Cia das Letras, 2004.
GODOY, Célia. Ana e Ana. São Paulo: DCL, 2003.
KRISNAS; ALEX, Allan. Zumbi – A saga dos Palmares.. Rio de Janeiro: Marques Saraiva, 2003.
LAMBLIN, Christian. Samira não quer ir à escola. São Paulo: Ática, 2004.
LIMA, Heloísa Pires. Espelho dourado. São Paulo: Peiropólis, 2003.
____. História da Preta. São Paulo: Cia das Letrinhas, 1998/2000.
MACEDO, Aroldo & FAUSTINO, Oswaldo. Luana: a menina que viu o Brasil neném. São Paulo; FTD, 2000.
MARTINS, Georgina da Costa. Fica comigo. São Paulo: DCL, 2001.
MIGUEZ, Fátima. Boca fechada não entra Mosca.. São Paulo: DCL, 2001.
OTERO, Regina & RENNÓ, Regina. Ninguém é igual a ninguém: o lúdico no conhecimento do ser. São Paulo: Editora do Brasil, 1994.
PATERNO, Semiramis. A cor da vida. Belo Horizonte: Lê, 1997.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Os Reizinhos do Congo. São Paulo: Paulinas, 2004.
PEREIRA, Edimilson de Almeida& ROCHA, Rosa M. de Carvalho. Os Comedores de Palavras. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2004.
PRANDI, Reginaldo. Ifá – o adivinho. São Paulo: Cia das Letrinhas, 2003.
______. Os príncipes do desctino: histórias da mitologia afro-brasileira. São Paulo: Cosac & Naif, 2001.
RAMOS, Rossana. Na minha escola todo mundo é igual. São Paulo: Cortez, 2004.
ROCHA, Rosa M. de Carvalho& AGOSTINHO, Cristina. Alfabeto Negro. Ilustrado por Ana Raquel. Belo Horizonte: MAZZA Edições, 2001.
ROCHA, Ruth. ...que eu vou pra Angola. Rio de Janeiro: José Olympio, 1988.
SANTOS, Joel Rufino. Gosto de África. Histórias de lá e daqui. São Paulo: Global, 2001
______. Dudu Calunga. São Paulo: Ática, 1996.
UNICEF. Crianças como você: uma emocionante celebração da infância. São Paulo: Ática, 2004.
ZATZ, Lia. Jogo Duro: era uma vez uma história de negros que passou em branco. Belo Horizonte : Dimensão, 1996.
ZONATTO, Celso. Toinzinho e a Anemia Falciforme. São Paulo: Lake. 2002.
 
 
Conceito
 
RACISMO: Remete a um conjunto de teorias, crenças e práticas que estabelece uma hierarquia entre as raças, consideradas como fenômenos biológicos
(MUNANGA, 2004). Doutrina ou sistema político fundado sobre o direito de uma raça (considerada pura ou superior) de dominar outras; preconceito extremado contra indivíduos pertencentes a uma raça ou etnia diferente, geralmente considerada inferior; atitude de hostilidade em relação à determinada categoria de pessoas.( p.222)
 
 
REFERÊNCIAS:
 
Ministério da Educação / Secretaria da Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. Orientações e Ações para Educação das Relações Étnico-Raciais. Brasília: SECAD, 2006. 262 pg.; il.
 

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Seja bem-vindo!
Este blog tem o objetivo de trazer discussões sobre as relações étnico-raciais e suas nuances,tendo como foco o cenário educacional do Rio de Janeiro.


Para iniciar...
Veja este vídeo que fala sobre o mito da democracia racial no Brasil.
Muitos ainda acham que no Brasil não há racismo e que vivemos todos em perfeita harmonia.
Entretanto, a "coisa" não é bem assim...

O Mito da Democracia Racial