sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Achei essa matéria interessante. São músicas africanas.



G1 lista 15 discos para conhecer a música africana

Seleção traz nomes como Fela Kuti, Miriam Makeba e Cesária Évora.
Ouça faixas dos artistas selecionados e confira o mapa da música africana.

Amauri Stamboroski Jr. e Henrique Porto Do G1, em São Paulo e no Rio


Boa parte da música popular do ocidente tem alguma forma de influência direta ou indireta da África. O violento tráfico de escravos para as Américas levou também ritmos tradicionais que deram vida a estilos variados, do blues ao samba, passando pelo jazz, salsa, rumba e dezenas de outros gêneros.
Apesar disso, poucas pessoas fora do continente africano sabem o que é um likembé, uma morna ou um highlife. Aproveitando o clima da Copa do Mundo, disputada pela primeira vez na região, o G1 listou 15 álbuns para conhecer a música africana. Do mais tradicional ao mais moderno, a lista é um passeio por gêneros como o afrobeat e o kuduro, e destaca nomes importantes para a música do continente, como Fela Kuti, Ali Farka Touré e Miriam Makeba.
A lista foi elaborada a partir do livro “The Rough Guide to World Music – Africa”, um dos melhores volumes sobre música africana disponíveis. Com o espaço limitado para falar da música de um continente com 1 bilhão de habitantes e 54 países, artistas e gêneros importantes ficaram de fora – da Orchestra Baobab à Angelique Kudjo, do raï ao soukous.
Confira abaixo a lista completa
Miriam Makeba - Miriam Makeba - 'Pata pata' (Foto: Divulgação)
Miriam Makeba – “Pata pata”
Apelidada de Mama África, a cantora sul-africana Zenzile Miriam Makeba tornou mundialmente conhecida a música do país depois do hit “Pata pata” — também registrada por Daúde e Carlinhos Brown em 1997.
Gravada originalmente em 1956, a música só estourou mesmo em 1967, quando uma compilação homônima foi lançada. O álbum tem um pouco de todos os estilos que consagrariam a cantora como uma das mais importantes do continente. Há faixas em inglês (como a balada “What is love” e “West wind”, que remete ao estilo de Nina Simone), em português (“Adeus, Maria Fulô”, parceria de Sivuca e Humberto Teixeira) e nos idiomas locais (caso de "Jol’inkomo" e da própria “Pata pata”).
Assim como Fela Kuti, Makeba foi uma intensa ativista política, o que lhe custou um exílio de 30 anos. A cantora era dada como atração certa na abertura da Copa do Mundo da África do Sul, mas faleceu em novembro de 2008, aos 76 anos.
Para conferir o restante, dê uma olhadinha no site:

Um comentário:

  1. Pessoal, parabéns pelo blog. Achei de extrema importância o trabalho de vocês, fornecendo subsídios para que os professores possam trabalhar em sala de aula a História e a Cultura Africana e Afro-Brasileira no Ensino Básico.

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